Archive for the ‘Uncategorized’ Category

roupa nova

30mar10

A partir de agora, posts novos (e antigos) em Natália Boaventura (: Anúncios


“Joguei sobre você tantos medos, tanta coisa travada, […] tanta dor. Muitas coisas duras por dentro. Farpas. Uma pressa, uma urgência”. Caio F. Abreu Enquanto chovia, eu imaginei um diálogo inteiro que a gente ia ter. Pouco previ suas reações, já que você não é do tipo comum, mas chorei com a chuva só de […]


acasamente.

16out09

Talvez tenha sido por um acaso. Bebi um gole a mais e a linha entre o ‘me conter’ e o ‘me deixar levar’, que era tênue, inexistiu. Talvez eu tivesse escolhido assistir a um pouco mais de TV do que entrar ali e te ver. E você poderia ter falado comigo e eu poderia ter […]


f[e]il

08out09

Estou tentando ter fé, eu juro, mas na tentativa, me perco cada vez mais no ter. Estou tentando acreditar que a vida vai ter família, amigos e amores, e que o dinheiro virá por consequência. Tentando acreditar que o desespero é vão, a tristeza é vã, e que a solidão se vai. Tentando enxergar esse […]


Apesar de não achar dos costumes mais saudáveis, eu adoro viver de passado. Adoro guardar, relembrar, reviver, ainda que em pensamento – só não gosto do cheirinho de mofo que, por vezes, dá. Inspirada no querido Jean, decidi retomar textos antigos, que, há muito, já havia me esquecido da existência, mas que por motivos específicos […]


Sempre fora uma garota de porquês. Para ela, tudo tinha um motivo. Suas piores brigas, sem dúvida, se originaram com uma pergunta. Tudo precisava ser esclarecido, tinha que estar às claras – ela tinha que saber. Por que você não ligou? Por que não me avisou que ia lá? Por que você não me contou […]


Bateu a porta e sequer teve coragem de olhar de novo, para conferir se estava bem fechada. Andou sem rumo, sem vontade, sem porquê. Por onde passava, deixava pedacinhos de papel para que ele pudesse segui-la, se fosse de sua vontade. Na lanchonete, comprou aquele doce pequeno que ele gostava, que Dona Dodó sabia fazer […]